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Fake News e Algoritmos das redes sociais

Influência dos dados no cenário de digitalização

Fake News e Algoritmos das redes sociais. Assim, saiba como contornar algoritmos das redes  sociais.  Especialista discute influência dos dados no cenário de digitalização

A princípio, a nossa vida pessoal e profissional está fortemente inserida em ambientes virtuais. O passeio nesses espaços gera informações de sobra para sites e redes sociais otimizarem resultados direcionados para nós. E na maioria dessas, quanto mais tempo ficamos conectados e ativos, mais lucrativo será para elas, que exibirão notícias ou fotos de interesse para continuarmos usando-as constantemente. Mas muitas podem ser fake news (notícias falsas).

Pensando em como recebemos notícias falsas nas redes sociais, como contornar essas sugestões? Para entender o assunto, o Prof. Me. Rafael Ângelo Vieira Pessoa Lima, dos cursos de TI do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), antes explica que, para que os usuários permaneçam utilizando os serviços, as sugestões de direcionamento das redes sociais se apoiam no conceito de filtragem colaborativa.

Quer dizer: se você gosta de uma certa informação e outra pessoa é similar em algum aspecto algorítmico, então essa pessoa tem grande chance de gostar daquilo que você gosta. “Sabe-se que as fake news têm um grande poder de atração e disseminação, fazendo com que os algoritmos treinados para escolher as notícias mais atraentes para seus usuários prefiram elas na hora de selecionar o que mostrar”, exemplifica.

Fake News e Algoritmos das redes sociais

Fake News e Algoritmos das redes sociais
Foto: Divulgação

Há várias formas de usar as redes sociais contornando essa inclinação dos algoritmos de mostrar conteúdos que propagam desinformação, diz Rafael, apresentando um artigo escrito na Harvard Business School que elenca passos importantes para que as pessoas retomem o controle do que leem. Veja os passos:

– Sempre questione a veracidade e a fonte da informação que você está lendo;

– Tente aumentar o espectro de atuação nas redes sociais lendo informações com pontos contrários aos que você defende;

– Siga pessoas com visões diversas a sua para que o algoritmo equilibre a distribuição e traga notícias menos polarizadas;

– Utilize serviços de maneira anônima: com isso, os resultados de buscas e as informações disponíveis não terão viés, pois a plataforma não sabe exatamente quem estará utilizando e não rastreará seus interesses para direcionar conteúdo.

Dados na era da digitalização

Por isso, Rafael lembra que diariamente geramos um rastro de informação na internet, e que pode ser analisado. Isso permite mapear nossos interesses em cada lugar, como nas buscas diárias por informações. “Há um imenso potencial comercial nesse tipo de abordagem que vem preocupando as autoridades quanto a imparcialidade dos serviços da internet”, diz.

Então, é bastante discutido, em vários meios, o quanto influências financeiras podem direcionar informações ou companhias na criação de propaganda e o quanto isso pode interferir nas políticas de proteção de dados. “Dentro de todos esses debates e dúvidas, algo tem ficado cada vez mais claro: os dados vêm se tornando um dos principais ativos das companhias centradas na internet”, coloca.

“O potencial de utilização dos dados pessoais é imenso, os ganhos financeiros ainda maiores. Nesse contexto, maior que os aspectos anteriores, deve ser a consciência ética das companhias envolvidas e, conjuntamente, a construção de políticas de proteção de dados para a sua utilização segura e sem prejudicar a privacidade. Outro ponto importante é deixar os usuários cientes sobre a utilização dos dados que as companhias fazem através de diretrizes claras de transparência”, acrescenta.

Sobre o Unipê 

Fundado em 1971, o Centro Universitário de João Pessoa – Unipê possui conceito 5 pelo MEC, conforme avaliação in loco de recredenciamento presencial e credenciamento EAD. Ou seja, sendo a única instituição privada do estado a conquistar este feito, solidificando-se entre as melhores do país.

A saber, o Unipê é reconhecido pela sua contribuição para o desenvolvimento da Educação no Brasil e na Paraíba, tendo um forte tripé de ensino, pesquisa e extensão em sua comunidade. A Instituição oferta cursos de graduação, presenciais e a distância, e pós-graduação (lato stricto sensu) em diversas áreas do conhecimento e conta com mais de 15mil alunos.

Portanto, integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País. Possui mais de 350 mil alunos, que reúne instituições academicamente relevantes. Assim como, marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como:

  • Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (São Paulo/SP), Universidade de Franca – Unifran (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal – UDF (Brasília/DF,
  • Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp (Itu e Salto/SP), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba/SP),
  • Centro Universitário Cesuca (Cachoeirinha/RS), Centro Universitário da Serra Gaúcha – FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul/RS), Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa/PB),
  • E, o Centro Universitário Braz Cubas (Mogi das Cruzes/SP) e Universidade Positivo (Curitiba, Londrina e Ponta Grossa /PR), além de colégios de educação básica e ensino técnico.
Visite: www.unipe.edu.br e conheça o Nosso Jeito de Ensinar.
Fake News e Algoritmos das redes sociais
Na Mídia, Divulgação


Fotos
: Divulgação / Acervo Pessoal

Fonte: Raquel Camillo
Assessoria de Imprensa

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Uiara Zagolin

Jornalista, Editora do portal Na Midia, colunista no TNYN NY News e Brazilian Times nos EUA, Vice Presidente da APACOS, Delegada da Associação Internacional de Imprensa, Imortal da Acadêmia de Letras Artes e Ciências de São Paulo. Com formação no Canadá, EUA e UK.

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