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Caminhões

Mercedes Future Truck 2025

Para a Daimler, a condução autônoma já deixou de ser ficção científica. Em caminhões no tráfego de longo percurso ela será realidade dentro de sete a oito anos. O protótipo mais próximo dessa realidade, o “Mercedes-Benz Future Truck 2025” já superou a fase de desenvolvimento. O ponto de partida tecnológico foi o Mercedes-Benz Actros de 2014. Este caminhão comprova a viabilidade futura do líder entre os caminhões europeus para operações de longa distância, que definiu o padrão de desempenho, segurança e dirigibilidade desde sua introdução no mercado em 2011.
O “Future Truck 2025” com “Highway Pilot” (piloto rodoviário) é o Mercedes-BenzActros 1845. Seu motor desenvolve 449 cv de potência, com torque máximo de 2.200 Nm. Para a transmissão de força foi adotado o câmbio totalmente automatizado Mercedes PowerShift 3 de 12 marchas.

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Foto: Divulgação – Mercedes-Benz.com

O design do semirreboque já é uma promessa de futuro. Ele é resultado do “Aerodynamics Trailer” da Mercedes-Benz, que fez sua estreia mundial há dois anos, na IAA 2012. As medidas de otimização da aerodinâmica deste protótipo permitem reduzir o consumo em até 5%.

O pacote completo formado pelo “Future Truck 2025” e o semirreboque “Mercedes-Benz Aerodynamics Trailer” permite aproveitar as vantagens de ambos os conceitos para configurar uma composição do amanhã.

Visão total: sensores de radar e uma câmera exploram a via à frente

Aspecto decisivo do “Future Truck 2025” como caminhão para a condução autônoma são seus equipamentos tecnológicos. Na parte dianteira inferior, por exemplo, encontra-se um sensor de radar que explora a região de curta e de longa distância adiante do caminhão. O de curto alcance atinge 70 metros e possui ângulo de abertura de 130 graus. Já o de longo alcance chega a 250 metros, monitorando a estrada em um ângulo de abertura de 18 graus. O sensor de radar toma por base os equipamentos já disponíveis no Actros, como o sistema de controle de proximidade e o servofreio de emergência.

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Foto: Divulgação – Mercedes-Benz.com

Uma câmera estereoscópica situada sobre o painel de instrumentos, atrás do parabrisa, também varre a área situada à frente do veículo. Atualmente, está instalada ali uma câmera 2D do sistema de orientação de faixa de rolagem. A câmera estereoscópica tem um alcance de 100 metros e cobre uma área de 45 graus na horizontal e 27 graus na vertical.

A câmera estereoscópica do “Mercedes-Benz Future Truck 2025” consegue identificar uma ou duas pistas da estrada, além de pedestres, obstáculos estáticos ou em movimento, outros objetos dentro da área monitorada e as características da via. Ela reconhece tudo o que se distingue do fundo, para que possa calcular com precisão o espaço livre disponível. O equipamento registra também as informações dos sinais de trânsito.

Junto com a detecção de objetos e do espaço livre, o reconhecimento da pista é essencial para a orientação do veículo na condução autônoma.

Para monitorar as áreas da estrada à esquerda e à direita do caminhão são utilizados sensores de radar instalados nas laterais. Eles são montados em ambos os lados à frente do eixo traseiro da unidade de tração. Seu alcance é de 60 metros e os sensores cobrem um raio de 170 graus.

Fusão multissensorial: combinação dos dados de todos os sensores

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Foto: Divulgação – Mercedes-Benz.com

Os sensores estão interconectados em rede — os especialistas chamam essa técnica de fusão multissensorial — de modo que geram uma imagem completa do entorno do caminhão, reconhecendo todos os objetos estáticos e em movimento. Graças à fusão dos dados obtidos pelo sensor de radar dianteiro, pelos sensores de radar laterais e pela câmera dianteira, com a ajuda de um computador central com processador de múltiplos núcleos de alta potência, é possível “ver” por completo a área adiante e dos lados do caminhão. Para se ter ideia, o olho humano tem um campo visual de 150 graus, mas a área nítida se limita a uma fração desta cifra.

Os sensores do “Mercedes-Benz Future Truck 2025” são provenientes da próxima geração desta técnica. A precisão dos sensores é tão elevada que não só podem reconhecer o acostamento com a ajuda das linhas delimitadoras, como também identificar o traçado da estrada analisando a  configuração das bordas da calçada (por exemplo, as proteções laterais ou a vegetação).

Os sensores e a câmera estão ativos em todas as marchas de velocidade, tanto com o veículo parado como à velocidade máxima autorizada pela lei para os caminhões, 80 km/h. A nova técnica intervém na direção e mantém o caminhão no centro de sua pista, automaticamente e com toda a segurança. Além disso, o sistema dispõe dos dados do mapa digital viário em três dimensões já usado pelo sistema de assistência à condução “Predictive Powertrain Control – PPC” (controle preditivo do trem de força). Desse modo, o caminhão detecta perfeitamente, a todo o momento, o traçado da estrada e a topografia da rota. Para a determinação da própria posição do caminhão são utilizados o mapa viário digital e as informações da fusão multissensorial.

O futuro se torna realidade: condução autônoma na prática

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Conforme a situação do tráfego, o “Future Truck 2025” se afasta com total independência de outros veículos. Para sua orientação no trânsito não é necessário que haja um veículo à frente, pois ele atua com total autonomia dentro de sua pista. Este caminhão funciona com independência de outros usuários da estrada graças à interconexão em rede, não por formação de um comboio com um veículo guia.

Se há um veículo adiante do caminhão, este pode se orientar automaticamente por sua velocidade, sempre dentro dos limites autorizados, mantendo ao mesmo tempo a distância de segurança prevista. Isso permite que outros veículos entrem normalmente na via – por exemplo, um carro que sai da pista de rodagem para buscar uma saída. Também neste caso está garantida, a todo o tempo, a distância de segurança: ou seja, o “Future Truck 2025” se adequa com perfeição ao seu entorno.

A bordo do veículo autônomo: conduzir e trabalhar ao mesmo tempo

Quando o motorista ativa o sistema “Highway Pilot”, pode girar seu assento 45 graus no sentido horário, para uma posição de trabalho ou de descanso. O posto de condução do futuro contará com um console central com design totalmente diferente, similar a uma estação de trabalho de um escritório. O motorista tem a sua disposição um tablet removível com tela sensível ao toque para poder executar outras atividades e para a comunicação com seu entorno. O novo interior da cabina também aumenta muito sua liberdade de movimentos.

De motorista a gestor de transportes: o posto de condução do futuro

Nos caminhões atuais, o motorista dispõe de cabinas confortáveis e climatizadas, que facilitam o seu trabalho, como também de sistemas de assistência à condução como o sistema de controle de proximidade, o assistente para trânsito intenso (parada e partida) e transmissões completamente automatizadas.

Os motoristas aprenderam a confiar nos sistemas de assistência à condução que facilitam seu trabalho e os utilizam eficientemente. Um horário de trabalho irregular, a condução sempre na posição sentado e o esforço implicam em exigências muito elevadas e submetem os motoristas de caminhões a riscos muito elevados para sua saúde. Já atualmente, a Mercedes-Benz equipa seus caminhões de forma exemplar com sistemas inteligentes de telemática e de assistência à condução para reduzir os riscos profissionais. Ela assume assim um papel de pioneirismo nesse setor e em todas as áreas do segmento de veículos comerciais, graças à configuração ergonômica e confortável do posto do motorista, bem como à segurança ativa e passiva. Esta posição privilegiada permite que a Mercedes-Benz já esteja se adiantando rumo à condução autônoma.

A condução autônoma facilita o trabalho do motorista, que não “precisa” conduzir em muitas situações, especialmente nos trajetos monótonos de longo percurso. Já que o caminhão regula por si mesmo a velocidade e busca automaticamente a rota ideal com o aplicativo de navegação, a empresa de transporte, o remetente e o destinatário da carga estão informados sempre em tempo real da localização do veículo, da rota seguida e da hora de chegada prevista. Desse modo, fica atenuada a pressão que o motorista precisa suportar. Os horários exigentes constituem hoje em dia um dos principais fatores de estresse.

“A condução autônoma necessariamente acarretará mudanças na profissão do motorista de caminhão, que disporá de tempo para outras ocupações diferentes do manejo imediato do veículo, como tarefas administrativas, interação social e fases de relaxamento”, comenta Klaus Ruff. “A condução autônoma possibilitará ao motorista tarefas mais variadas e menos desgastantes, o que tornará mais atraente essa profissão. O futuro dirá se com isso estará solucionada a atual escassez de motoristas”.

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Foto: Divulgação – Mercedes-Benz.com

Um escritório sobre rodas

A bordo do “Mercedes-Benz Future Truck 2025”, o motorista fica liberado de ter que executar atividades monótonas, dispondo de tempo para assumir outras tarefas e para a comunicação com seu entorno. Para isso, ele muda de seu posto ao volante para uma estação de trabalho como num escritório. Pode-se imaginar, por exemplo, que o motorista assuma atividades reservadas até agora ao departamento de planejamento da empresa ou destinadas a fomentar os contatos sociais com amigos, com a família e com seus colegas.

No futuro, os motoristas-empresários poderão então aproveitar o tempo que passam a bordo para resolver transações administrativas. Assim, não terão que dedicar um tempo extra para essa finalidade ao fim da jornada de trabalho ou nos fins de semana, nem também delegar essas tarefas a outras pessoas. As palavras chaves são conectividade e interconexão em rede. Se desejado, o sistema “Highway Pilot” está sempre ligado.

A possibilidade de assumir outras tarefas a bordo mudará radicalmente a profissão do motorista de caminhão. Disso resultam possibilidades de ascensão, da mera atividade de condução para a função de gestor de transportes. Para os transportadores e seus clientes, o motorista deixará de ser o operador de uma máquina para converter-se num gestor qualificado. Isso valoriza a profissão, que ficará mais atraente.

Há também o fato de que o motorista poderá reservar, durante o percurso, uma vaga de estacionamento em um posto de serviço ou em posto de gasolina. Ele também terá a possibilidade de consultar, através da Internet, o menu de uma lanchonete ou restaurante, fazer uma reserva para uma ducha ou encomendar a comida para a hora exata de sua chegada. Todas essas reservas podem ser confirmadas de imediato, incluindo o número da vaga de estacionamento e a hora.

A condução mais tranquila tem reflexos positivos na saúde dos motoristas. São eliminados fatores de estresse, tais como a redução de uma atividade de condução monótona em estradas de longo percurso. A mudança de posição durante a condução autônoma impede que o motorista fique obrigado a assumir sempre rigidamente a mesma postura ao volante. Ao contrário, ele poderá mover-se e até realizar alguns exercícios de relaxamento durante a viagem.

A condução autônoma faz do motorista e de seu caminhão uma combinação de homem e máquina que funciona como equipamento testado, eficiente e lucrativo.

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Foto de Capa: Divulgação – Mercedes-Benz.com

Fonte: Mercedes-Benz.com

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Carlos Alberto Alonso

Nascido em São Paulo-SP – Brasil. Formado em Economia pelas FMU, tendo atuado em empresas de 1ª linha como: The First National Bank of Boston, Grupo Bunge Born, Valmet Oi, Citrosuco Paulista S/A, Brahma e AmBev, atualmente atuando como trader no mercado forex e criptomoedas. 

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