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Resgate aéreo acontece oito anos após o acidente

Caça da Força Aérea Brasileira se choca contra torre de transmissão.

Resgate aéreo acontece oito anos após o acidente.

A princípio, uma quinta-feira, dia 06/12/2012, às 09:40 hs, quando um caça da Força Aérea Brasileira se choca contra torre de transmissão da Usina de Machadinho.

Em suma, tratava-se do Caça AM-X, que caiu entre os estados de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, exatamente contra a rede de alta tensão da Usina Hidrelétrica Machadinho. Inicialmente, o piloto voava baixo e bateu nos fios. Em vista disso, ejetou-se, porém, não sobreviveu.

Resgate aéreo acontece oito anos após o acidente
Destroços Caça FAB – Foto – Corpo de Bombeiros de SC – Divulgação
Treinamento operacional

Assim, a aeronave, segundo informações da FAB, era do 1º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação, sediado na Base Aérea de Santa Maria (RS), e estava em missão de treinamento operacional. O Comando da Aeronáutica na ocasião iniciou as investigações para apurar os possíveis fatores que contribuíram para o acidente. Somente ontem, 23/04/2020 acharam os destroços e, a partir de agora, poderão finalizar o caso.

Resgate aéreo acontece oito anos após o acidente
Destroços Caça FAB – Foto: Corpo de Bombeiros de SC – Divulgação
Subestação de Campos Novos

Na ocasião, segundo a assessoria da Companhia Transmissora de Energia Elétrica (Lumitrans) – uma das empresas que integram o consórcio responsável pela usina, na ocasião, o caça AM-X pilotado pelo capitão André Ricardo Halmenschlager atingiu uma das torres da linha de transmissão que interliga o empreendimento à subestação de Campos Novos (SC).

Resgate aéreo acontece oito anos após o acidente
Destroços Caça FAB – Foto: Corpo de Bombeiros de SC – Divulgação

A saber, as torres têm, em média, 40 metros de altura, mas a distância do solo aos cabos da rede pode variar em função das características do terreno. Dessa forma, a linha de transmissão se desligou automaticamente às 9h39. Logo, mesmo horário em que, de acordo com a FAB, o caça caiu no lago da usina, onde foi localizado há pouco, parcialmente submerso.

Baixo nível do rio

Por outro lado, cabe informar que isso só foi possível porque no Oeste catarinense, o nível do rio Pelotas, que marca a divisa com o Rio Grande do Sul, está extremamente baixo. Diante disso, um morador que trafegava de barco no município de Zortéa viu as partes da aeronave. O baixo nível do rio ocorre por causa da estiagem, que provoca prejuízos no abastecimento e nas lavouras catarinenses.

O morador encontrou os destroços na terça-feira (21). As partes do caça da FAB estavam nas proximidades da margem do rio, no limite com o município gaúcho de Volta Grande.

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Fotos: Corpo de Bombeiros de Santa Catarina – Divulgação / Acervo Pessoal

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Jefferson Severino

Jeff Severino, lageano, jornalista diplomado - SC-01571-JP, pela - UNISUL - Campus Pedra Branca - SC, profissional por sacerdócio e devoção, além de fotógrafo por paixão (passarela, eventos, mulheres, natureza). Especialista em turismo/gastronomia/hotelaria/destinos turísticos. Eterno viajante. Assessor de Imprensa da Associação Brasileira de Agentes de Viagens-SC. Articulista/colunista/editor/redator/fotógrafo de jornais e revistas e sites nacionais e internacionais. Contato: (48) 99163-7172 - TIM - WhatsApp

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