Saúde e Bem-Estar

Alzheimer: atividade física é fundamental para quem tem

No Brasil, estima-se que haja em torno de 1,2 milhão de pessoas acometidas pela doença.

Alzheimer: atividade física é fundamental para quem tem

Primeiramente, a Doença de Alzheimer é conhecida por sua característica neurodegenerativa progressiva. Assim, com o passar do tempo, compromete a capacidade funcional. Além disso, causa impacto na qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores.

Para pessoas com Doença de Alzheimer, atividades cotidianas simples, como banhar-se, vestir-se, alimentar-se, gerenciar a medicação e fazer compras são limitadas. Devido a ocorrência de alterações nas funções cognitivas.

Fatores e detalhes

Mas há alguns fatores que podem aumentar as chances de desenvolver a doença.

Por exemplo, diabetes, genética e obesidade. Porém, a boa notícia é que a atividade física pode ser grande aliada no combate à enfermidade.

Recentes estudos têm demonstrado a eficácia do exercício físico regular para prevenção e melhora de aspectos cognitivo, neuropsiquiátrico e qualidade de vida em pessoas com Doença de Alzheimer. 

O exercício físico regular é benéfico para o controle de fatores de risco cardiovasculares, envolvidos na patogênese da Doença de Alzheimer. Além disso, evidências recentes sugerem que o exercício físico atua na neurogênese e exerce efeito anti inflamatório, melhorando as características fisiopatológicas da doença de Alzheimer”, revela o profissional de educação física, Randy Duarte.

Estudos

Uma pesquisa liderada por Fernanda De Felice e Sérgio Ferreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que também conta com a participação de outras instituições brasileiras, além de cientistas do Canadá e Estados Unidos, publicada em um dos principais periódicos da área, a revista Nature Medicine, mostra que um hormônio liberado pelos músculos durante o exercício físico pode ser a chave para a reversão das falhas na memória causadas pelo Alzheimer.

Porém, a doença neurodegenerativa não tem cura. Além disso, leva ao comprometimento progressivo das atividades e a uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e alterações comportamentais.

“Em pesquisas realizadas com animais, observou-se que a irisina auxilia na comunicação entre os neurônios. Pois preserva as sinapses. Porque este hormônio também impede que toxinas responsáveis pelas alterações neurodegenerativas se liguem aos neurônios”, cita Randy.

Alzheimer e atividade física

Assim, a prática de atividade física é um pilar para prevenção e tratamento da Doença de Alzheimer.

“Aliás, a criação de novos hábitos e rotinas, com a inserção da prática regular de atividade física, é fundamental! Tanto para  pessoas  que já possuem diagnóstico de Doença de Alzheimer, quanto para aqueles que buscam uma estratégia para prevenir a ocorrência de doenças crônicas degenerativas. Além disso, para quem quer envelhecer com maior autonomia, independência e qualidade de vida”, esclarece Iza de Faria Fortini. Terapeuta ocupacional e PhD em Ciências da Reabilitação.

Alzheimer: atividade física é fundamental para quem tem
Alzheimer: atividade física é fundamental para quem tem – Imagem: Jean Assis

Capa: Pexels – Divulgação

Foto: Jean Assis –  Divulgação / Arquivo Pessoal

Fonte: Randy Duarte, profissional de educação física, personal trainer e especialista em corrida (@randyduarte01). – Letra Comunicação – Assessoria de Imprensa.

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Juliana Umbe̊lino

Escritora e social media, atua com revisão e produção de conteúdo para web. Editora de SEO para WordPress há mais de 9 anos. CEO na @vemprapalante. É autora publicada pela editora Qualis. Ministra palestras sobre web, mídias sociais e influenciadores. Além disso é apaixonada por livros, filmes, séries, quadrinhos, teatro e música (principalmente folk e rock'n'roll). É uma nerd raiz, por assim dizer.

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