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Caso do médico brasileiro detido por assédio

O médico teve a intenção de ofender a vendedora

Caso do médico brasileiro detido por assédio

MÉDICO BRASILEIRO PRESO NO EGITO TEVE A INTENÇÃO DE OFENDER A VENDEDORA, AFIRMA PSICÓLOGO

Caso do médico brasileiro detido por assediar uma vendedora mulçumana atesta questões de caráter e revelam intenção de ferir a vítima utilizando de conotações sexuais, segundo Psicólogo Alexander Bez

O médico e coach brasileiro, Victor Sorrentino fez sucesso com seu livro para quem deseja alcançar uma vida mais saudável. Recentemente, ganhou ainda mais protagonismo por defender o polêmico kit Covid, tratamento precoce contra a Covid-19 com a Hidroxicloroquina e Ivermectina, tratamento sem eficácia comprovada.

igualmente, Victor foi acusado de assediar sexualmente uma vendedora no Egito, após divulgar em suas redes sociais um vídeo no qual aparece fazendo comentários machistas e pejorativos. No último domingo (30), em comunicado, o Ministério do Interior Egípcio informou que através das filmagens das câmeras do estabelecimento, foi possível identificar a vítima e deter Sorrentino, por crime de assédio sexual.

Caso do médico brasileiro detido por assédio

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O assédio sexual pode ser definido como avanços de carácter sexual, não aceitáveis e não requeridos, que criam uma atmosfera ofensiva e hostil, causando diversos traumas às vítimas. Pode também ser visto como uma forma de violência contra mulheres ou homens.

 Segundo o Psicólogo Alexander Bez, todo assédio sexual é integralmente intencional, com o objetivo anotado no aparelho inconsciente em “ferir e atingir as mulheres”, sempre apontando uma conotação sexual depreciativa.

Dessa forma, “O assediador se excita com a dor e o desconforto da mulher. Assim, o ser assediador é uma questão de ordem psiquiátrica imutável, sendo irreversível. Portanto, presente nas classificações de parafilias sexuais”, completou Bez.

Em outras palavras, é uma necessidade psicopatológica ligada a autoafirmações psicossexuais. “O fato de o agressor estar em outro país é irrelevante. O assediador se sente confortável para cometer este tipo de crime em qualquer lugar. Pessoas com este tipo de perfil podem repetir este tipo de comportamento milhares de vezes. Ou seja, independente se já sofreram repreensão de alguma forma”, explicou o especialista.

No ano de 2014 o assédio sexual passou a ser criminalizado no Egito. A lei prevê multa ou pena de 6 meses a 3 anos de prisão.

Caso do médico brasileiro detido por assédio
Na Mídia, Divulgação

Fotos: Divulgação / Acervo Pessoal

Fonte: Tabata Seles / MS Assessoria de Imprensa

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Uiara Zagolin

Jornalista, Editora do portal Na Midia, colunista no TNYN NY News e Brazilian Times nos EUA, Vice Presidente da APACOS, Delegada da Associação Internacional de Imprensa, Imortal da Acadêmia de Letras Artes e Ciências de São Paulo. Com formação no Canadá, EUA e UK.

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