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Feiras e Eventos

Do Tradicional ao especial – as três faces do café

História e mudanças do café conduziram oficina que abriu a programação paralela do 8° Balneário Saboroso

Paixão nacional, o café faz parte do dia a dia da maioria dos brasileiros. Porém, no decorrer dos anos, ele se reinventou e hoje tem opções com chocolate, doce de leite e até paçoca. Essas mudanças foram tema do primeiro evento da programação paralela do 8º Balneário Saboroso. A oficina “Do Tradicional ao Especial – As Três Faces do Café” foi ministrada pelo barista Daniel Munari e ocorreu na noite desta terça-feira, 11, na Loft Store, com sala cheia.

Daniel abriu a noite construindo conceitos do café com os presentes. O especialista, que é consultor e instrutor na Argenta Cafés e representante da Café Orfeu, contou que o Brasil e o Estados Unidos são os maiores consumidores do grão do café e apresentou o nível de qualidade, que pode variar, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) de péssimo (cafés não recomendáveis) a excelente (cafés gourmet). O nível mínimo de qualidade é a nota 4,5, dada normalmente aos cafés extra fortes e tradicionais. Já o de nível superior recebe nota 7, sendo considerado um café ‘bom’, enquanto os gourmet recebem de 8 a 10, podendo serem ‘muito bom’ ou ‘excelente’.

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Foto: Divulgação – www.greenMe.com.br

Ao longo da oficina, Daniel apresentou ao público as três ondas do café e a história dele até os dias de hoje. A primeira é o café como algo usual, uma simples bebida consumida em casa ou na padaria. Já a segunda ganhou fama a partir do fim dos anos 70, representada principalmente pela fama da rede de cafeterias Starbucks, conhecida mundialmente. “A empresa popularizou a máquina de expresso. Se tornou legal sair tomar café. Porém, com o tempo a bebida começou a perder o espaço, já que foram inventadas as versões doces, com chantilly, chocolate e até com paçoca, dentre outros ingredientes. O Brasil vive essa segunda fase, com o ‘boom’ das cafeterias”, explica. Uma curiosidade apresentada por Daniel é que a receita original do cappuccino, por exemplo, não leva canela e chocolate. Na verdade, a bebida é feita somente de café e leite. O barista diz que quem o adoçou foram os argentinos, que utilizam o doce de leite. A terceira onda iniciou nos anos 2000, com a chegada dos cafés diferentes, que apostam e investem na qualidade do grão. “Os produtores torram de forma delicada, podendo adocicá-lo ou até deixá-lo com notas de fruta, tudo isso de forma natural. Há inclusive cartas de café, como há as de vinho. As safras passaram a ser únicas, o café deixa de ser ‘do Brasil’ e se diferencia pelo local onde foi cultivado e pelo produtor”, ressalta.

A parte mais esperada da noite foi o momento em que Daniel passou o café. Ele preparou duas versões das oferecidas pela Orfeu, que é de Minas Gerais: uma tradicional e outra especial. O barista moeu o grão na hora e tudo pôde ser observado de perto pelo público. Enquanto preparava a bebida, Daniel dava dicas, como colocar a água no filtro em movimentos circulares, para molhar todo o pó e ressaltou diversas vezes o quanto o grão mais fresco é melhor. “Ele deve ser consumido em no máximo dois meses. Jamais deve ser colocado na geladeira, pois absorve sabor e fica ruim. Uma dica é também evitar usar térmicas, o melhor é consumir na hora, logo depois de ser passado”, afirma.

As amigas Tânia Pamplona e Roseli Reistenbach participaram da oficina e aprovaram os ensinamentos repassados pelo barista. Tânia veio de Blumenau especialmente para a noite, a convite de Roseli, que reside em Balneário. “Adoramos a programação paralela e inclusive vamos participar de outros. Além dos restaurantes, que estão com ótimas opções de menus, ter a oportunidade de aprender mais nesses eventos é incrível”, disseram.

O barista aproveitou o momento para agradecer ao Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau, organizador do Balneário Saboroso, e ressaltou que é de extrema importância poder discutir temas como o café, considerando que as versões especiais ainda são novas no mercado. “O pessoal interagiu bastante. Foi muito bacana. Considerando que o café está em alta, é tempo de falar o quanto precisamos ser mais exigentes na hora de consumi-lo. Não existe café bom ou ruim, jamais direi isso, mas há versões melhores, que custam um pouco mais, mas que valem o investimento”, completou.

O 8º Festival Gastronômico é uma realização do Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau e conta com o patrocínio da Eisenbahn e da Decanter Balneário Camboriú. Além do apoio da Prefeitura Municipal, Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico e Fundação Cultural de Balneário Camboriú, Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina, Sebrae, Infinity Blue,  Univali, Hotel Sibara Flat & Convenções e Loft Store. Mais informações na fanpage do evento ou pelo site: www.balneariosaboroso.com.br.

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Foto de Capa: Divulgação – http://www.cafefontenelle.com.br

Fonte: NA MÍDIA COMUNICAÇÃO by Roberta Watzko

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Carlos Alberto Alonso

Nascido em São Paulo-SP – Brasil. Formado em Economia pelas FMU, tendo atuado em empresas de 1ª linha como: The First National Bank of Boston, Grupo Bunge Born, Valmet Oi, Citrosuco Paulista S/A, Brahma e AmBev, atualmente atuando como trader no mercado forex e criptomoedas. 

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