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ECONOMIA E NEGÓCIOSMercado Financeiro

China: “Segunda-Feira Negra”

Nesta segunda-feira, as ações caíram na China, com 500 ações atingindo seu limite diário de 10% e 1.200 caindo 7%, de acordo com o South China Morning Post. Eles estão chamando de outra “segunda-feira negra”.

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Foto: Divulgação – Bienvenue chez Aberdeen Asset Management France

Os analistas estão culpando o pânico, pelas notícias de uma conferência governamental sobre o sistema financeiro realizada durante o fim de semana. Na Conferência Nacional de Trabalho Financeiro, presidida pelo presidente Xi Jinping, os funcionários decidiram criar uma comissão especial para supervisionar a regulamentação e diminuir a alavancagem do sistema financeiro da China nos próximos cinco anos.

“O regulador continuará a reprimir as violações de leis e regulamentos de valores mobiliários, incluindo insider trading e manipulação de mercado”, disse Jiang Yang, vice-presidente da China Securities Regulatory Commission durante uma entrevista exclusiva com a mídia estatal Xinhua.

A mensagem fora dessa reunião foi clara: o sistema financeiro da China não está voltando para aos ruins e velhos tempos (ou seja, ao ano passado).

Novo mundo, novo negócio

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Foto: Divulgação – Business-Insider

Isso significa  que as coisas não estão voltando ao normal. Existe um novo normal na China agora.

Depois de permitir que grandes empresas financeiras de negócios internacionais crescessem  em um rítmo deslumbrante, o governo,  há meses, começou a criticá-las. O objetivo era duplo – manter o dinheiro no país e impedir que essas empresas assumissem dívidas muito arriscadas.

Empresas como a Anbang Insurance, que compraram o Waldorf Astoria, e a HNA, que também estão acumulando ativos norte-americanos, começaram a experimentar incômodos encaminhamentos com o governo, apesar de suas estreitas conexões com o Partido Comunista. O presidente da Anbang, por exemplo, foi levado sob custódia, embora ele seja casado com a neta do líder chinês Deng Xiaoping.

Em sua narrativa sobre a conferência, a Xinhua – que é reconhecidamente, vista como a voz do governo chinês – tomou um momento para dar a essas empresas uma chance (não é bom, se quiserem voltar a trabalhar, que seja da maneira que estavam acostumados).

“As seguradoras chinesas agarraram as manchetes usando dinheiro alavancado para comprar ações em empresas listadas, provocando uma forte volatilidade no mercado no final do ano passado”, afirmou.

Para ser justo, parece que ninguém está seguro – nem mesmo um dos homens mais ricos da China, o bilionário Wang Jianlin do Grupo Dalian Wanda. De acordo com Bloomberg, o governo encontrou “violações” em seis de seus investimentos no exterior, incluindo um para a Carmike Cinemas, com sede nos EUA. Isso significa que o governo direcionará os bancos a não financiar seus projetos.

A estabilidade em primeiro lugar

Essa instabilidade no setor financeiro está ocorrendo sob um cenário estranho, uma vez que a China registrou sólidos números de crescimento econômico no segundo trimestre de 2017. O crescimento real do PIB manteve-se estável em relação ao trimestre anterior em 6,9%. A produção industrial de junho cresceu 7,6%, ante 6,5% em maio.

“Os efeitos do aperto de liquidez anterior e a agitação regulatória financeira ainda em curso são evidentes nos dados de dinheiro e crédito, mas ainda não atingiram a economia real”, explicou Wei Yao, analista da Societe Generale, em uma nota aos clientes na manhã desta segunda-feira.

Na verdade, a economia real parece mais do mesmo que vimos da China há anos. No segundo trimestre, houve um crescimento significativo nos setores superaquecidos ou ultrapassados – como o setor imobiliário e o aço – que o governo falou muito sobre a reforma desde 2014.

Por razões óbvias, este é um equilíbrio que as autoridades chinesas gostariam que continuasse atraente. Em sua nota, Yao aponta que, de certa forma, as empresas financeiras da China têm algo para agradecer. Se o governo quisesse, poderia tentar transformar esse projeto de diminuir a alavancagem de cinco anos em algo muito mais rápido.

 

Foto de Capa: Divulgação – http://www.cnbc.com2677e15f49ba80772f9cf87c8e497d20 Title category

Fonte: http://www.businessinsider.com by Lenita Lopez

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Carlos Alberto Alonso

Nascido em São Paulo-SP – Brasil. Formado em Economia pelas FMU, tendo atuado em empresas de 1ª linha como: The First National Bank of Boston, Grupo Bunge Born, Valmet Oi, Citrosuco Paulista S/A, Brahma e AmBev, atualmente atuando como trader no mercado forex e criptomoedas. 

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